Segunda-feira, 20 de Junho de 2011

Teoria da conspiração / conspiracy theory

Uma pequena parte da população mundial, acha que existe uma teoria da conspiração contra o sistema democrático vigente, claro está que essa pequena parte da população faz parte do grupo de individuos que trabalham para os Estados directa ou indirectamente, são os mesmos que têm grupos sindicalistas, partidários, religiosos, sociais e profissionais. São os mesmo que têm a sua subsistência garantida a bem ou a mal.

Bem, se o sistema está bom para eles próprios porque é que deverá mudar?

Conforme já vem sendo denunciado por diversas organizações não governamentais e independentes, se existe desequilibrio ambiental em todo o planeta, se existe desiquilibrio social em praticamente todas as nações do mundo, se existe alimento suficiente, isto para não falar de riqueza, para todo o mundo, porque será que não se deverá questionar o desequilibrio? A realidade e os factos comprovam que as condições vigentes permitem que todo o mundo viva bem sem fome e com dignidade.

Porque não nos questionamos onde é que isto está mal? Ou seja até nos questionamos, quando vemos algo ou alguem a morrer à nossa frente, seja de frio, de fome, por ódio ou mesmo de angústia. E se por acaso esse algo ou alguém tenta reinvindicar ou é logo catalogado de terrorista, ou de marginal, ou de conspirador ou de revolucionário comunista / fascista. Sem sequer tentarmos compreender o seu passado, as suas angústias e seus lamentos e agirmos para a mudança igualitária sobre o referido dissidente esteja ele na China ou nos EUA, não interessa a sua localização. Não aceitamos e ponto final, esta é a posição do cidadão comum ocidental, ou esta é a vida que DEUS nos deu, dizem os crentes...

No entanto vemos o mesmo sistema que nos chula, a dizer que devemos ser solidários, a nós cidadãos, quando deveriam ser os nossos representantes a nisto pensar e AGIR.

Chamem-me de conspirador, chamem-me do que quiserem mas eu só desejo aquilo que a própria constituição democrática e o grande lema francês apontam: IGUALDADE, FRATERNIDADE, LIBERDADE, não interessa a ordem, interessa só o conteúdo.

Ora eu não tenho dinheiro para pagar a educação, mas tenho de ter para pagar impostos, não tenho dinhero para viver numa casa que não seja emprestada, não tenho dinheiro para pagar a minha saúde, mas tenho de ter dinheiro para sustentar as inumeras vezes que sou cobrado ou multado injustamente, tudo isto pelo motivo de termos oportunistas inergúmenos e sem escrúpulos a decidir por nós, e ainda por cima na maior parte das vezes "à porta fechada", como se o hipotético assunto que é de ESTADO, só possa ser resolvido por meia dúzia de mentecaptos conservadores, relacionados com grandes agentes socio-ecónomicos nacionais e multinacionais e que poêm em primeira mão os interesses do partido ou dos seus patrocinadores ao invés de realmente agir pela NAÇÃO.

Depois falam-me de patriotismo, falam de que tenho de me esforçar mais ainda... Desculpem lá e onde pára a minha dignidade? A minha igualdade? A minha Liberdade? Logo como posso ser fraterno se a nação ou quem a representa não o é comigo?

Eu desejo MUDANÇA, e se para isso o meu título é de conspirador, não me importo, então sou conspirador!

Falam da crise mas esta existe neste País desde pelo menos o 25 de Abril de '74, e esta sempre foi ocultada e manipulada para que os resultados da inflação contrariassem a tendencia. A situação de dinamizar o tecido produtivo sempre foi reprimida pelos principais agentes politicos, sociais e económicos, e agora que caminhamos a passos largos para o mesmo fim que a Grécia, são os mesmos responsaveis pelo que vivemos aqui e agora, venham dizer de boca cheia que se deve inovar e empreender, quando nos meados dos anos 90, fui reprimido por todos os lados exatamente por o ter feito e lutado por esse ideal de vida.

Agora digo eu, depois de ter acreditado na Nação, no patriotismo, no futuro e nos agentes politicos, depois de tudo ter perdido pelo facto dos falsos acompanhamentos técnicos tanto por parte dos serviços dos ministérios ou secretarias gerais, pelo facto destes só procurarem protagonismo e riqueza súbita, hoje digo...

CAIAM TODOS como eu caí. O meu empreedorismo é destinado para as gerações seguintes e estas compreenderão as minhas razões

Faça-se a mudança

Prefiro morrer em pé numa revolução do que continuar a sustentar proxenetas que são ricos às minhas custas e de todos os outros meus semelhantes.

 

publicado por reflexoessustentaveis às 14:14
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Domingo, 14 de Março de 2010

Globalização - sua liberdade ética e moral

 

 
Prólogo: No 25 de Abril de 1974, eu estava em casa, em Paço D’Árcos, contava na altura 5 anos de idade, no entanto o conceito LIBERDADE sempre me intrigou e acompanhou até aos dias de hoje.
"De um lado, o amor é uma história de respeito à liberdade do outro. De outro lado, é uma busca contínua de fazer respeitar a própria liberdade. Daí, ninguém é livre sozinho..." - Jean Paul Sartre
 Saliento que o meu modo de vêr a vida se aplica a bases éticas, morais e de respeito pelo meio que me envolve (natureza no seu todo). As bases religiosas ou legais criadas e institucionadas por homens são-me secundárias. Li o corão, a biblia e alguma outra bibliografia sobre o budaísmo tal como o Siddartha de Herman Hesse, pois necessitava de respostas. Como qualquer adolescente necessitava avidamente de respostas às minhas dúvidas. Necessitava de compreender o frenesim pela religião, a fé, o pecado, o respeito e um cento ou mais de outras definições. Para por fim aceitar alguns principios éticos de cada uma das etnias referenciadas sem no entanto me assumir como um seguidor de qualquer uma a não ser a única que existe na minha realidade quântica – A mãe natureza- pois se existe algum Deus é Ela. Dá-me água, luz, calor, frio, gelo, comida, animais, melodias, equilibrio, beleza, destruição, criação, abrigo, tormentas, oxigénio e tudo o mais que me permita viver ou morrer! A Mãe natureza não me pede que construa santuários em seu nome. Subtilmente informa que necessita de protecção, preservação e restauração dos usos de bens que ela própria me dá. A Mãe Natureza fala comigo através das plantas evidenciando que está doente e promove pragas, doenças e carências, ou está feliz e oferece frutos, comida, alimento. Oferece-me muitas formas de animais, com multiplas côres, em que cada um tem a sua própria melodia e beleza caracterizada.
Não conheço nenhum Deus que ofereça alguma coisa aos seus fiéis. Portanto para mim esses Deuses defendem as suas liberdades sob uma realidade unilateral! São criados por homens pensadores no seu tempo para promover uma forma de controlar a anarquia e instabilidade social do individuo ou colectivo Imperial, portanto considero-as ultrapassadas para a realidade global humana que se tem vindo a instalar e pertencente ao Seculo XXI.
Assim, frases como “a minha liberdade acaba onde começa a dos outros” insere-se perfeitamente não só no mundo global como tambem no meu mundo socio-profissional. A frase acima descrita em si diz tudo! Mas, infelizmente o homem civilizado nunca conseguiu de uma forma ou de outra criar uma fronteira neutra onde se fundem as liberdades colectivas e individuais dos mais fortes e/ou astutos com as dos mais fracos.
 
 “A liberdade é o direito de fazer tudo quanto não prejudique a liberdade dos outros."  - Turgot
“Até onde vai o seu autocontrole, vai a sua liberdade." - Marie von Ebner-Eschenbach
Encontrei no matrimónio com a mãe da minha filha a necessidade mútua constante de criar um equilibrio natural de respeito, dedicação, esforço, sacrifício, ética, moral, valorização, confiança e veracidade no intuito de perceber o conceito AMOR.
Digamos que essa experiência de vida que tive foi amarga, mas felizmente com um fruto celestialmente reconfortante. Não posso dizer que a relação de 8 anos que tive com a Cláudia (minha ex esposa) foi improdutiva ou sem nexo.
Quando a conheci, eu ainda vivia a descoberta juvenil do mundo que me rodeava que me tinha sida bloqueada devido pelo facto de não ter percorrido os mesmos troços que uma criança normal da época e região.
Por essa razão tinha algumas reservas face a uma vida conjugal com uma parceira, mas por motivos acima de tudo egoistas e unilaterais demos os primeiros passos como esposos. Sem grandes festas ou alaridos demos o nó. A Cláudia estava grávida de sete meses. Acabamos por formalizar o acto apesar de já vivermos juntos havia 2 anos! As vantagens fiscais e legais eram mais proveitosas se assim o fizessemos. A ponderação sobre a liberdade individual e colectiva de cada um dos intervenientes que mais tarde viria a ser atribuida a 3 sujeitos não foi devidamente equacionada por ambas as partes. Nestes momentos que se exige extrema reflexão, ponderação e frieza, nós humanos (sendo animais que somos) damos azo aos instinctos iniciando assim o principio de uma desordem que pode ou não ser catastrófica a longo prazo.
Acredito que assim existiriam menos atitudes ilegais e acima de tudo uniões e matrimónios fracassados. Logo, menos individuos nascidos e criados em ambientes revoltados, angustiados, magoados, carentes e qualquer outro traumas de “(…)ados” com fins de má indole.
Nessas condições, confrontado com o exemplo seguinte poderia ter tido um desfecho mais positivo e que beneficiasse todo o meio (eu, tu, comunidade, mundo e natureza):
Quando eu e a Cláudia percebemos que a relação não tinha futuro já a Rebeca existia! Então os desentendimentos conjugais misturavam-se com o afecto instinctivo e protector à nossa descendente. As nossas diferenças e objectivos, cada vez mais distintos aumentavam a diacronia racional. Eu apesar de tudo tentava manter a relação de forma a que a Rebeca não fosse viver uma juventude sem pai tal como eu vivi. Exactamente por ter vivido essa angustia é que tentei sob uma forma errada preservar a vida conjugal.
A Cláudia por fim teve a coragem de dar a iniciativa e por fim à relação. Depois de muitos dissabores que uma ruptura conjugal acarreta conseguimos (e infelizmente só depois) criarmos um equilbrio emocional e de respeito de nós os 2 para os 3 (Filha, Mãe, Pai).
Acabo por dar à minha filha (apesar sob uma forma mais moderada) o mesmo que recebi quando em formação emocional e familiar
 
sinto-me: aberto
música: The Wall
publicado por reflexoessustentaveis às 21:00
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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Livro aberto para reflexão e desejo do código de ética e conduta

Com este blog, desejo me conectar a todos os pensadores, para juntos compreendermos e participarmos no empreendimento da maneira de estar do cidadão do novo século, do novo milénio, da nova era de Aquário.

 

Reflexões sustentáveis é um desafio, para todos nós, porque é necessário que todos participem e apresentem o que consideram soluções para um futuro (mais) risonho, direito esse a que os nossos avós tiveram acesso e disfrutaram poluidoramente tanto socialmente como ambientalmente.

Reflexões sustentáveis sugere, como os nossos politicos e ícones populares devem decidir quais as linhas e estratégias a seguir, até onde pode ser permitida às multinacionais agirem, até onde uma população pode ocupar, quais as regras a imperar perante tantas alterações climáticas e sociais, e todo o mais que se considere pertinente denunciar e apresentar como deve ser o futuro da humanidade. Sem lobbiyes, sem parcialidades, sem preconceitos e pudores, sem interesses globais a não ser como deve ser uma sociedade justa, coerente enquadrada ao planeta ecológicamente sustentável.

Uma nova politica? Congregando o que de melhor têm as outras e eliminando regras, ideias e conceitos que indubitavelmente já não devem fazer parte da nova era.

Promover saudabilidade e sustentabilidade sem fronteiras, raças e credos!

Quiçá, ajudar a construir um livro enquadrado e adequado que substitua os antigos e deturpados étnicos, de forma a criar uma verdadeira sociedade globalizada.

 

Desde já o convido a participar a elaborar o livro da nova era!

 

Indice dos capitulos a apresentar gradualmente e aleatóriamente para leitura, sua compreensão e participação oral e escrita para um novo conceito sustentável do amanhã e dos nossos descendentes.

 

Prefácio – Crise e algumas das suas origens
I – Emprego
II – Política
III – Sociedade
IV – Economia
V – Desempenho e remuneração socio-profissional
VI – Novas visões / oportunidades e metas
VII – Resíduos, poluição, reciclagem
VIII – Globalização e seus efeitos no cidadão comum
IX – Desenvolvimento civilizacional
X – Nova era, novos conceitos, novos pensamentos
XI – Educação; Pedagogia, formação e informação
XII – Mass Media
XIII – Líderes e ícones das massas populares
XIV – Éticas e códigos de conduta
XV – Liberdades de expressão e modus vivendis

Outros mais poderão vir, tudo depende do que me passar pelos olhos, ouvidos, e acima de tudo das opiniões e participação de todos vocês.

 

A UNIÃO FAZ A FORÇA e o POVO É QUEM MAIS ORDENA

sinto-me: Demagogia
música: O hino da alegria
publicado por reflexoessustentaveis às 15:50
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